O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve iniciar na próxima quinta-feira (30) a análise do pedido de criação do partido político do Movimento Brasil Livre (MBL), batizado de Missão. A inclusão do processo na pauta foi feita a pedido do relator, ministro André Mendonça.
Desde 2023, o MBL tem articulado a criação de uma sigla própria, reunindo assinaturas e formalizando o pedido de registro junto ao TSE. Até o momento, a Corte Eleitoral validou quase 590 mil apoios à criação do novo partido — cerca de 42,9 mil além do mínimo exigido. A Procuradoria-Geral da República (PGR) já deu aval para a formalização da legenda.
O Missão se define no estatuto e programa partidário como um partido de direita que defende um Estado “enxuto e funcional”, incluindo a realização de reforma administrativa. O partido pretende ter o número 14 nas urnas e trabalhar para lançar candidaturas próprias tanto no Executivo quanto no Legislativo, além de ter um candidato presidencial nas eleições de 2026.
Valores do Partido Missão
- Fim dos privilégios do funcionalismo público;
- Endurecimento das leis penais para maior segurança;
- Priorização da educação de qualidade para todos;
- Industrialização da região Nordeste, gerando empregos e oportunidades;
- Combate efetivo ao tráfico de drogas;
- Combate à corrupção;
- Respeito à responsabilidade fiscal;
- Aumento da qualidade na saúde pública;
- Combate à poluição e ao desmatamento.
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Para participar do pleito, o novo partido precisa ser formalizado pelo TSE até seis meses antes das eleições. Caso aprovado, o Missão se tornará a 30ª legenda oficial do Brasil, sendo a primeira criada do zero desde o Unidade Popular, em 2019.
A criação da legenda do MBL representa uma nova fase para o movimento, que busca ampliar sua atuação política direta nas próximas eleições.
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